Essa Porra de Vida

Zé-ninguém

zé

Foi-se o tempo em que não saber viver

serviu de alguma coisa.

Eu tentei comer

outros olhos para ver pecados que nada de novo

oferecem às esperanças de que

isto um dia irá ter fim.

 

Porque hoje é só mais um dia normal.

 

Quando o dia acaba e sonhos e mágoas restam em nossas mãos

talvez seja ilusão

que foi cultivada ao fio da navalha

sem nenhuma razão.

 

É arrogância então

crer suportar o dia comum

onde voltamos a ser um zé-ninguém

que não sabe ser alguém.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado às janeiro 25, 2014 por em poesia e marcado , , .
%d blogueiros gostam disto: